27 de maio de 2014

Todos somos vendedores – de serviços ou competências

capa baixa 

O mercado exige que os profissionais, além de suas competências técnicas e comportamentais, invistam na divulgação de sua marca pessoal, o que deve ser feito não só por aqueles que atuam em empresas, como por aqueles que prestam serviço de forma autônoma.

As relações de trabalho, profissional x empresa, estão em um processo de mudança bastante acelerado, se antes o relacionamento entre ambos era duradouro e um tanto unilateral, hoje o colaborador procura a empresa que o valorize através do reconhecimento profissional, remuneração justa e que proporcione um bom ambiente de trabalho. Se estas principais exigências não são atendidas, a empresa não conseguirá reter o talento que procurará outra para colocar seus conhecimentos a disposição. Para que esta transição seja viável e sem muita dificuldade, o profissional deverá ser necessariamente reconhecido no mercado e a WEB é um excelente canal para divulgar suas habilidades e a experiência adquirida ao longo dos anos.

Em minha opinião os curricula vitae como os conhecemos, estão com os dias contados. Brevemente, as contratações, quer sejam de serviços, quer de mão de obra especializada será feita quase que exclusivamente via mídias sociais especificas.

Assim como aqueles que pretendem atuar em grandes organizações, os profissionais liberais também precisam estar alinhados com estas novas tecnologias que permitem que suas qualidades e experiências sejam colocadas em uma verdadeira vitrine, para que clientes, empresas ou pessoas físicas, os encontrem e os avaliem.

A cada dia são colocadas a nossa disposição centenas de novas ferramentas que, se por um lado podem nos auxiliar de forma significativa, de outro, devido a velocidade com que surgem, nos confundem não permitindo que aprofundemos em sua operação, deixando em muitos casos de observar a quantidade de recursos que são colocados a nossa disposição.

Uma das ferramentas mais conhecidas para divulgar, agregar e fazer o marketing dos profissionais de todas as áreas é o Linkedin, mas que é subutilizado pela maioria dos seus assinantes e meu incluo entre eles, mesmo sendo assinante há anos.

Como Coach e Facilitador de Treinamentos busco constantemente maneiras de divulgar o meu trabalho e me aproximar dos possíveis clientes, algumas delas com sucesso, outras nem tanto.

Recentemente, enquanto aguardava o embarque para um voo ao nordeste, onde ministraria um workshop, encontrei na livraria do aeroporto um livro que prometia me ensinar a obter o máximo desta ferramenta. Mesmo desconfiado que fosse mais um daqueles “milagrosos”, resolvi comprar o livro e verificar se tinha algo de útil.

Logo a princípio percebi que o autor Dan Sherman, realmente entende do que se propõe a ensinar e de forma bastante simples, dá as direções para ajustar o Linkedin para que possamos fazer nosso marketing e consequentemente vender nossos serviços.

O Linkedin nos coloca frente a frente de um publico segmentado que tem a possibilidade de comparar os serviços, analisar as referencias e expertises dos diversos profissionais que são apresentados nos serviços de busca da ferramenta.Após ter ajustado o meu Linkedin conforme Dan Sherman ensina em seu livro “Obtendo o Máximo do Linkedin” (Ed M.Books) percebi um aumento significativo em consultas para meus serviços. Para nós Coachs o livro é bastante útil, pois o autor também exerce esta atividade.

Creio também que este sucesso também possa ser obtido por profissionais de todas as áreas, inclusive aqueles contratados em regime CLT, pois poderão se expor ao mercado de uma maneira eficaz, direta e simples.

10 de janeiro de 2014

UMA EMPRESA MAIS HUMANA – UTOPIA OU REALIDADE?

Minha atividade profissional proporciona a oportunidade de conhecer inúmeras empresas em todo o Brasil e no convívio com seus funcionários, durante os almoços e coffee breaks, procuro observar as características, tipo de gestão e clima nestas organizações.

Tenho visto de tudo! Encontro empresas que têm uma gestão baseada em modelos arcaicos do tipo “manda quem pode....” até outras, poucas, onde o bem estar do funcionário é tão importante quanto o resultado financeiro, que passa a ser uma consequência e não a única causa de toda operação.

Tenho refletido bastante sobre esta situação e uma das minhas conclusões é que estamos em um período de transição social e organizacional, talvez uma nova “era” esteja se aproximando a passos largos e as empresas ainda não estão conseguindo se posicionar nestes novos cenários. São atores perdidos em cena.

Onde estamos e para onde vamos ainda é um tanto nebuloso, mas uma característica muito comum nas empresas que estão crescendo mais que outras, já está bem claro para mim: Um modelo de gestão de pessoas está surgindo, que respeita uma nova ordem nas relações profissionais buscando a humanização do relacionamento organização x colaborador.

As empresas que estão caminhando para este cenário estão apresentando um maior diferencial competitivo, além de exercerem com excelência a arte da retenção de talentos, promovendo, entre outras ações, o crescimento, pessoal e profissional, de seu time.

Entre as empresas visitadas separei aquelas que estão em um crescimento continuo acima da média, que apresentam um clima organizacional excelente, um baixo turnover e que o recrutamento é feito com indicações dos próprios funcionários, em uma clara demonstração que têm confiança em indicar o seu local de trabalho para seus melhores amigos. Das minhas conversas com o pessoal separei algumas ações que são comuns entre as empresas deste grupo:

Poucos mecanismos de controle e alta confiança na equipe

Todas as ações que visam controlar os membros de uma equipe trazem em seu bojo, em uma linguagem não falada, a falta de confiança nos funcionários e na capacidade deles cumprirem as metas estabelecidas. Os gestores deixam de ter um papel eminentemente gerencial para tornarem-se líderes coach, mesmo por que receberam treinamento especifico para esta missão.

De um modo geral, não existe rígido controle quanto aos horários de entrada ou saída, mas uma forte conscientização na importância da atividade de cada um perante o restante do grupo. Desta maneira, a equipe trabalha unida e todos com objetivos comuns, buscando o melhor para eles e para a empresa.

Socialização dos funcionários e famílias

Ao menos duas vezes ao ano são programados eventos para as equipes ou departamentos, onde os familiares também são convidados, além de um grande evento anual com a participação de todos os departamentos.

Os eventos menores podem ser um jantar, um churrasco, um passeio ou mesmo um happy hour. Normalmente o tipo destes pequenos eventos são decididos pela própria equipe.

Nas reuniões de planejamento, convenções ou eventos externos, os familiares adultos são também convidados e têm programação especifica.

Existe um estimulo por parte das empresas para que o pessoal se reúna informalmente a qualquer momento.

Respeito ao que é importante ao funcionário: datas, acontecimentos, etc.

Quando me deparei com esta ação fiquei surpreso, mas a encontrei presente, de uma forma ou outra, em quase todas as empresas deste grupo.

Datas especiais devem ser comemoradas e estas comemorações vão desde uma verba pré-aprovada para ser utilizada no dia de aniversário de casamento do funcionário até na dispensa parcial do trabalho em aniversários dos filhos, da esposa ou dele mesmo.

Reconhecimento profissional

Pesquisas têm mostrado que um dos maiores obstáculos à motivação é a falta de reconhecimento pelos serviços prestados. Na maioria das empresas deste grupo verifiquei que é filosofia da organização reconhecer, elogiar e comemorar os resultados individuais e das equipes.

Nestes últimos anos encontrei duas empresas de pequeno porte da área de TI que após uma ação extraordinária de um de seus colaboradores tinha como pratica enviar flores para o cônjuge com uma carta de agradecimento pela compreensão em aceitar a dedicação que a esposa ou marido tinha pela a empresa; nesta carta era mencionado em linhas gerais o feito realizado. Levantei a hipótese desta ação poder gerar alguma prova ou algo semelhante em uma possível ação trabalhista e os próprios funcionários relataram que desconheciam alguma ação contra a empresa e que tinham certeza que nem uma das partes tinha algum tipo de preocupação desta natureza.

Oportunidades para crescimento profissional e pessoal

Em todas as empresas deste grupo, sem exceção, está presente a política de subsidiar (entre 30% a 100%) os cursos de especialização e desenvolvimento pessoal e profissional de seus colaboradores. Não só cursos de interesse especifico para as atividades profissionais do colaborador, mas outras, também, que sejam de seu interesse particular.

Pacotes de benefícios diversificados

A maioria das empresas deste grupo têm um leque de opções de benefícios com diversas alternativas para que o funcionário escolha a que melhor se adapte à sua necessidade.

Em todos os pacotes existe a preocupação com a qualidade de vida do colaborador, algumas subsidiam parte dos custos de academias de ginastica e outras mantém em seus quadros profissionais de educação física para atividades na própria empresa ou em clubes e/ou espaços parceiros.

Participação nos resultados

A maioria das empresas deste grupo tem implantada uma política de participação nos resultados. O colaborador sente-se “sócio” da empresa e corresponsável pelo desempenho e posicionamento no mercado.

Os resultados são transparentes e disponibilizados aos gestores que em reuniões com a equipe discutem ações para melhorar a produtividade e/ou redução de despesas.

Esta ação também desenvolve o espirito colaborativo em todos, fazendo com que direcionem suas forças em um único sentido: o desenvolvimento de todos e da empresa

Gestão por competências

Quase a totalidade destas empresas utilizam o modelo de gestão por competências e têm bastante presente na pratica, não só em um quadro na recepção, a Missão, os Valores e o Negócio da empresa.

Existem ações de endomarketing visando fixar esta filosofia em todos os níveis.

Implantação de programas internos de Coaching e Mentoria.

Os funcionários são acompanhados, quando necessário, por Coachs e/ou Mentores, para aprimoramento de uma ou mais competências. Existe uma interação de Coaching que antecede todas as promoções, mudanças de função ou de área.

Todas, sem exceção, possuem um Coach disponível em tempo integral ou parcial que trabalha alinhado com a área de Recursos Humanos da empresa.

Os Departamentos de Recrutamento/Seleção e Treinamento e Desenvolvimento estão alinhados com a área estratégica da empresa, sendo que em algumas respondem diretamente à área de Marketing.

Outras ações importantes foram encontradas, porém estas são as mais comuns entre as empresas que visitei e que vêm se destacando em seus segmentos, independente do porte e tempo de operação.

Tudo isto parece ser utópico, porém encontrei estes comportamentos no campo e os resultados são tão visíveis que resolvi estudar a razão para o sucesso que estas empresas vêm obtendo e ficou claro que o compromisso dos membros de uma equipe passa a ser com os princípios e não com os chefes, sepultando o antiquado culto à personalidade.

       O resultado destas ações é um conceito de poder e valores organizacionais diferentes dos praticados atualmente, pois integra o trabalho, a família e humaniza a organização, tornando-a um meio de crescimento pessoal e de auto-realização.

Cleyson Dellcorso

cleyson@dellcorso.com.br

8 de janeiro de 2014

Um novo modelo de gestao de pessoas?

Minha atividade profissional proporciona a oportunidade de conhecer inúmeras empresas em todo o Brasil e no convívio com seus funcionários, durante os almoços e coffee breaks, procuro observar as características, gestão e clima nestas organizações.

Tenho visto de tudo! Encontro empresas que têm uma gestão baseada em modelos arcaicos do tipo “manda quem pode....” até outras, poucas, onde o bem estar do funcionário é tão importante quanto o resultado financeiro, que passa a ser uma consequência e não a única causa de toda operação.

Tenho refletido bastante sobre esta situação e uma das minhas conclusões é que estamos em um período de transição social e organizacional, talvez uma nova “era” esteja se aproximando a passos largos e as empresas ainda não estão conseguindo se posicionar nestes novos cenários. São atores perdidos em cena.

Onde estamos e para onde vamos ainda é um tanto nebuloso, mas uma característica muito comum nas empresas que estão crescendo, mais que outras, já está bem claro para mim: Um novo modelo de gestão de pessoas está surgindo, que respeita uma nova ordem nas relações profissionais buscando a humanização do relacionamento organização x colaborador.

As empresas que estão caminhando para este cenário estão apresentando um maior diferencial competitivo, além de exercerem com excelência a arte da retenção de talentos, promovendo, entre outras ações, o crescimento continuo, pessoal e profissional, de seu time.

7 de janeiro de 2014

Ano Novo – Carreira Nova

A maioria de nós faz planos todo início de ano, alguns são levados a bom termo, outros são esquecidos em poucas semanas. Muitas pessoas com quem converso, planejam mudar de carreira, projeto que normalmente é abortado por receio, insegurança e falta de foco, preferindo continuar infelizes em suas atividades a sair de suas zonas de conforto.

Com todos que me procuram em busca de auxílio para a mudança de carreira costumo discutir alguns pontos importantes, que para mim são fundamentais na estruturação deste projeto de vida:

1. Conheça –se

Muitos pretendem esta ou aquela carreira por influência de amigos ou por alguma notícia da imprensa mostrando o sucesso de alguém que teve coragem em dar uma guinada em sua vida.

Nem sempre o caminho do sucesso dele será o seu.

Se o seu objetivo é um negócio próprio analise se você tem facilidade de automotivação e se terá disposição para “matar um leão” por dia – o início é sempre árduo, cansativo e com resultados lentos.

Analise a sua resiliência e como você reage frente as mais diversas dificuldades que poderão surgir. Observe bem se a sua forma de ser tem sintonia com a nova atividade. Não olhe os resultados obtidos pelos outros, mas se você se adaptará com as novas atividades do dia-a-dia.

2. Quais são as suas leituras, interesses ou passatempo?

Tenho um amigo de muitas décadas que logo após ter conseguido no exterior o seu PHD em computação, jogou tudo para o alto e foi ser auxiliar de cozinheiro, pois o seu prazer estava em preparar pratos para os amigos. Começou como auxiliar de cozinha para adquirir experiência e hoje, após muitos cursos, é um feliz e renomado Chef de Cuisine .

As suas chances de sucesso em sua nova carreira serão muito maiores, se você fizer o que gosta, o que lhe dá prazer e satisfação. Lembre-se: se fizer o que realmente gosta o rendimento financeiro será consequência e não a causa de seu trabalho.

3. Como você encararia uma redução salarial?

Em uma mudança de carreira normalmente torna-se necessária uma adaptação salarial compatível com a experiência profissional, mas este período tende a ser menor quanto maior for o seu comprometimento e satisfação com a nova função.

Esta redução salarial deve ser prevista antes de você lançar-se na almejada mudança. Planeje e faça uma reserva para este período de transição. Se sua opção for um negócio próprio, não esqueça que além das despesas de montagem da nova empresa você deverá prever possíveis períodos de “vacas magras.”

4. Planeje, planeje e planeje

Qualquer que seja a empreitada, o planejamento é fundamental.

Se sua opção for um negócio próprio, detenha-se em um Plano de Negócios consistente. Busque ajuda do SEBRAE que presta consultoria e auxilio gratuitamente.

5. Prepare-se

Após decidir pela mudança, faça todos os cursos possíveis e participe de eventos relacionados a sua nova área, sejam eles congressos, feiras ou workshops, o importante é você familiarizar-se com o meio.

6. Busque ajuda

Procure informações e busque ajuda com pessoas que já atuam nesta área. Tenha contato com quem teve a coragem em mudar e fazer aquilo que gosta.

Neste momento o auxílio de um Coach é muito importante na ajuda em encontrar o melhor caminho para alcançar o seu objetivo.

Existem outros fatores a serem levados em consideração, dependendo da área e das características da carreira almejada por você, mas se você passar por estas seis fases iniciais, tenho certeza que já percorreu a pior parte do caminho, que é o primeiro passo.

Boa sorte e SUCESSO!

18 de novembro de 2013

Muito boa entrevista sobre Inteligencia Emocional

Tenho falado e escrito muito sobre Inteligencia Emocional, nesta entrevista com Daniel Goleman eleexplica de forma bastante clara sobre este assunto

Acompanhe e veja como desenvolver a sua. Vamos conversar sobre ela?

http://www.youtube.com/watch?v=CXp_3YXFnsE

 

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16 de setembro de 2013

Inteligência Emocional, como está a sua?

Você já analisou o quanto é perigoso você não estar em contato com seus sentimentos?

Você está segura com a qualidade e a quantidade de seus relacionamentos profissionais e pessoais?

Você tem um bom conhecimento técnico/operacional naquilo que faz, mas está insatisfeita com a sua carreira profissional? A escada que a leva ao topo de sua carreira parece estar sem degraus?

Estas são perguntas simples, mas que dificilmente damos a devida atenção.

Temos alguma resistência em analisar os nossos comportamentos e onde deixamos de chegar devido a eles, mas nos sentimos ansiosos, estressados e desanimados quando não alcançamos os objetivos desejados.

A minha experiência profissional tem mostrado que a maioria das causas das frustrações profissionais é resultado direto da inteligência emocional mal trabalhada.

Uma carreira com ascensão muito lenta, uma promoção merecida e não obtida, problemas nos relacionamentos pessoais e profissionais são indícios de que algo deve ser feito, e urgente, no campo da Inteligência Emocional, mas, afinal, o que é Inteligência Emocional?

Se fizermos uma busca encontraremos varias definições para Inteligência Emocional, mas de um modo geral todas dizem que: A Inteligência Emocional, entre outras coisas, possibilita conhecer e administrar nossas próprias emoções e a dos outros para melhorar o nosso desempenho profissional e facilitar nossos relacionamentos interpessoais.

A boa noticia é que a Inteligência Emocional pode ser desenvolvida e melhorada ao longo da vida. Um dos meios para aprimorar a Inteligência Emocional é participar de alguns poucos treinamentos que possam capacitar você a desenvolvê-la posteriormente, sem ajuda de outras pessoas. O importante é que a melhora da Inteligência Emocional ajudará na sua carreira profissional e dará a capacidade de influenciar pessoas, que é o primeiro passo para exercer a liderança de uma equipe.

No dia-a-dia o domínio das emoções poderá auxiliar em aspectos fundamentais de sua vida:

· Sobrevivência: As emoções alertarão você quando suas necessidades humanas naturais não forem encontradas. Por exemplo: Quando você se sente só, a sua necessidade é encontrar outras pessoas. Quando sente medo, você tem necessidade de segurança. Se você se sentir rejeitada, certamente a sua necessidade será de aceitação.

Todas estas emoções você as têm nos domínios de sua Inteligência Emocional

· Tomar decisões: Suas emoções são uma fonte valiosa de informações e auxiliam você a tomar as suas decisões. A tomada de decisões utiliza as Inteligências lógica, emocional e espiritual para serem concretizadas.

· Ajuste de conduta: Quando alguém a incomoda, suas emoções a alertam. Se você aprender a identificar suas emoções e sensações, certamente você poderá ajustar melhor os seus limites, com a consequente melhoria de sua saúde física e mental.

· Comunicação: Não existe uma boa comunicação se não for acompanhada do reflexo de suas emoções. Sem emoção a comunicação apresentará uma sensação de falsidade e impessoalidade.

· Relacionamentos: Suas emoções são uma das maiores fontes potenciais que auxiliará no estabelecimento de relacionamentos.

A dúvida que deve estar na sua cabeça neste momento é: Eu tenho uma boa Inteligência Emocional?

10 de setembro de 2013

Inteligencia Emocional no trabalho

Ultimamente temos ouvido falar com tanta frequência de Inteligência Emocional que eu não estranharia se você se perguntasse: Como consigo utilizar a Inteligência Emocional do Trabalho?

Já ouvimos falar que a Inteligência Emocional é importante para se estabelecer uma base de negociação eficiente, mas também já ouvimos que a Inteligência Emocional é a bola da vez, um novo modismo organizacional.

Nos livros sobre o tema encontramos que “Inteligência Emocional é a habilidade de compreender, de perceber e administrar as emoções e sentimentos”.

Ultimamente tenho percebido que para melhorar a minha Inteligência Emocional para ministrar meus treinamentos eu preciso continuamente analisar e aprimorar algumas habilidades. A principio senti uma resistência natural a elas, mas aos poucos observei que era condição essencial para ter uma boa comunicação e conseguir falar sobre um assunto, até quando o tema era Inteligência Emocional.

Em meus workshops costumo mostrar que, principalmente, posso utilizar a Inteligência Emocional no trabalho nos seguintes aspectos:

ESTAR FOCADO: Aprender a separar as emoções. Algumas vezes nossos sentimentos vêm pelas primeiras evidencias, mas não por aquilo que é fundamental. Veja este exemplo: Seu filho prometeu chegar em casa as 23 horas e já são mais de meia noite. A medida que o tempo vai passando a sua ira vai aumentando e quando ele chega as 0:30 horas, você extravasa todo seu nervoso. Qual é a emoção predominante, porém camuflada neste caso? Claro que a sua preocupação, neste caso, era que algo de pior tivesse acontecido. Saber separar as emoções é muito importante. Saber identificar as emoções ajuda também você estar focado naquilo que realmente interessa.

AUTOCONHECIMENTO: Quando eu não conheço a mim mesmo, fica muito mais difícil conhecer as pessoas com quem me relaciono na vida pessoal ou profissional. Se eu tenho um bom conhecimento das minhas emoções, de meus pontos fortes e fracos, eu terei mais segurança em perguntar quando uma situação não está muito clara para mim, sem me deixar influenciar por pré-julgamentos ou opiniões equivocadas.

EMPATIA: Muitas vezes no comando de uma equipe, ou mesmo em uma conversa com algum funcionário, sentimos que a mensagem que estamos passando não está chegando ao seu destino. É importante que eu me coloque no lugar do (s) outro (s) para poder entender o que ele está passando. Já vi casos de um excelente colaborador mostrar indiferença em uma reunião, como se sua cabeça estivesse muito longe. Como não era usual este comportamento, resolvi perguntar a sós, foi quando fiquei sabendo que sua mãe havia sido hospitalizada na noite anterior. Caso tivesse tomado uma atitude precipitada, poderia ter posto a perder a união da equipe. Neste caso, aconteceu com um excelente funcionário, mas poderia ter acontecido com qualquer outro e se eu não procurasse entender o real motivo daquele comportamento, os danos seriam maiores.

PROATIVIDADE: uma Inteligência Emocional bem treinada resulta em autoconfiança, autocontrole e criatividade mais apurada. A proatividade de qualquer pessoa está diretamente ligada a autoconfiança e autocontrole, daí a importância de ter nossa Inteligência Emocional em constante desenvolvimento.

Inteligência Emocional não é um ponto de chegada, é uma viagem, é um processo que precisa estar constantemente em desenvolvimento. Talvez tenha chegado o momento de você começar a aprender em lugar de resistir.