O bom humor é contagiante e com ele o ambiente de trabalho se torna mais agradável e produtivo.
Quando sou chamado a coordenar alguma equipe costumo transferir (ou afastar) todos aqueles que não tenham bom humor, mesmo que sejam excelentes nas habilidades técnicas: não tenho o menor prazer em trabalhar com pessoas que se comportam como Hardy Har Har, a hiena do desenho animado Lippy e Hardy, da Hanna Barbera, que vivia resmungando “Oh dia, oh céu, oh vida, oh azar”.
O mau humor também é contagiante e determina o ambiente de trabalho onde passamos grande parte do nosso tempo. A mentalidade de manifestar o seu constante desagrado, de reclamar de tudo e de todos e o péssimo habito de propagar rumores (muitas vezes inverídicos) influencia negativamente o ambiente fazendo com que a equipe de trabalho e principalmente os clientes sintam uma atmosfera carregada e desconfortável.
Bom humor também ajuda a vender mais e melhor.
A cultura do mau humor pode refletir-se de várias formas: quebrar a motivação, enfraquecer o espírito de equipe, causar conflitos nos relacionamentos profissionais, além de tornar nosso dia-a-dia muito desagradável.
O bom humor realimenta os relacionamentos. Experimente sorrir (de verdade) quando passar pela mesa de um colega de trabalho, isto o deixará com melhor animo e fará com que ele tome a mesma atitude com um outro e assim por diante. Em pouco tempo, todos estarão vestindo um sorriso autentico no rosto e aqueles que tiverem contato com o publico externo perceberão, que poderão também tornar menos pesado o dia daqueles que encontram.
Se este publico externo for um cliente, pode ter certeza que a maior parte da empatia necessária para o sucesso de uma venda terá sido alcançado.
Lembre-se: coração alegre faz bem para a pele e revigora os ossos como diz um texto muito antigo.
28 de abril de 2010
24 de fevereiro de 2010
Deixa a Vida me Levar
No inicio de fevereiro postei neste espaço algumas considerações sobre Ser proativo e foram muitos os e-mails com comentários, sugestões e dúvidas. Foi, porém, em um bate papo virtual que fui alertado para um detalhe: eu não havia mencionado que planejamento é uma competência que não pode faltar ao colaborador proativo.
O diálogo virtual foi com minha Amiga Ana Paula Pinheiro, Diretora executiva da Universo RH (http://www.rhuniverso.com.br), uma empresa que reúne gente,idéias e ideais como ela mesmo diz.
A experiência de Ana Paula nesta área é inconteste, e uma frase dela chamou minha atenção: Porque, em minha opinião, proatividade sem planejamento é apenas impulsividade. Argumentei com ela que planejar deve ser uma característica de qualquer pessoa que busca o profissionalismo, mas ela foi enfática: Mas, ultimamente, tenho percebido que as pessoas não sabem dos ingredientes básicos, e a gente tem que ser óbvio.
Depois de muito refletir, resolvi dar minha mão à palmatória. Ana Paula Pinheiro mais uma vez estava com razão Parece que muitos profissionais estão influenciados por Zeca Pagodinho e estão adotando o deixa a vida me levar...
Vamos ser óbvios.
Todos nós necessitamos de um mínimo de planejamento como indivíduos, porém se quisermos alcançar o profissionalismo em nossas áreas de atuação necessitamos de um ótimo planejamento para curto, médio e longo prazo. Estes planejamentos devem ser estratégicos, táticos e operacionais. Sem planejamento, não dá....
Os velejadores costumam dizer que: se você não sabe para onde ir, qualquer lugar está bom desde que o vento leve você, mas se você sabe para onde e como quer ir, ajuste as velas, trace a rota, verifique seus suprimentos e consulte as previsões atmosféricas.
Em atividades de Counselling tenho atendido profissionais, que simplesmente almejam subir hierarquicamente, mas que não sabem ao menos em que nível estão e quais são as contingências e conseqüências para cada ação tomada. Quando pergunto alguma coisa relacionada ao Como, a resposta mais freqüente é: não sei, mas eu quero. Quando a esta pergunta segue-se o Quando, costumo ouvir: logo.
São carreiras sem consistência, de profissionais com excelente formação, mas que não conseguem planejar muito além do dia de hoje.
Este assunto tem muita importância para o desenvolvimento profissional, tanto que vamos voltar a falar no assunto brevemente.
No inicio de fevereiro postei neste espaço algumas considerações sobre Ser proativo e foram muitos os e-mails com comentários, sugestões e dúvidas. Foi, porém, em um bate papo virtual que fui alertado para um detalhe: eu não havia mencionado que planejamento é uma competência que não pode faltar ao colaborador proativo.
O diálogo virtual foi com minha Amiga Ana Paula Pinheiro, Diretora executiva da Universo RH (http://www.rhuniverso.com.br), uma empresa que reúne gente,idéias e ideais como ela mesmo diz.
A experiência de Ana Paula nesta área é inconteste, e uma frase dela chamou minha atenção: Porque, em minha opinião, proatividade sem planejamento é apenas impulsividade. Argumentei com ela que planejar deve ser uma característica de qualquer pessoa que busca o profissionalismo, mas ela foi enfática: Mas, ultimamente, tenho percebido que as pessoas não sabem dos ingredientes básicos, e a gente tem que ser óbvio.
Depois de muito refletir, resolvi dar minha mão à palmatória. Ana Paula Pinheiro mais uma vez estava com razão Parece que muitos profissionais estão influenciados por Zeca Pagodinho e estão adotando o deixa a vida me levar...
Vamos ser óbvios.
Todos nós necessitamos de um mínimo de planejamento como indivíduos, porém se quisermos alcançar o profissionalismo em nossas áreas de atuação necessitamos de um ótimo planejamento para curto, médio e longo prazo. Estes planejamentos devem ser estratégicos, táticos e operacionais. Sem planejamento, não dá....
Os velejadores costumam dizer que: se você não sabe para onde ir, qualquer lugar está bom desde que o vento leve você, mas se você sabe para onde e como quer ir, ajuste as velas, trace a rota, verifique seus suprimentos e consulte as previsões atmosféricas.
Em atividades de Counselling tenho atendido profissionais, que simplesmente almejam subir hierarquicamente, mas que não sabem ao menos em que nível estão e quais são as contingências e conseqüências para cada ação tomada. Quando pergunto alguma coisa relacionada ao Como, a resposta mais freqüente é: não sei, mas eu quero. Quando a esta pergunta segue-se o Quando, costumo ouvir: logo.
São carreiras sem consistência, de profissionais com excelente formação, mas que não conseguem planejar muito além do dia de hoje.
Este assunto tem muita importância para o desenvolvimento profissional, tanto que vamos voltar a falar no assunto brevemente.
10 de fevereiro de 2010
Ser assertivo é difícil, mas essencial
O termo assertividade vem sendo utilizado de forma inapropriada por muitas pessoas.
Se por um lado o termo é mal compreendido, sua utilização é ainda mais danosa, pois em seu nome tem-se uma alternativa para “malhar” ou “falar certas verdades” o que para mim é falta de educação e não assertividade.
Assertividade é saber expressar as suas emoções e os seus pontos de vista de forma direta, com honestidade, integridade, ética e respeito aos outros.
O que não é ser assertivo:
- Julgar os outros
- Colocar para fora aquilo que lhe aflige ou que amargura
- Pretexto para acalmar a sua ira
- Consequencia de uma neurastenia
- Exteriorizar os “pontos de vista” próprios sem permitir a analise dos “pontos de vista” dos outros.
Se você realmente tem assertividade - Parabéns. A assertividade é uma característica necessária a qualquer pessoa que queira conduzir equipes de alto desempenho, porém certamente você pagará um preço por isto.
Muitas pessoas não se dão bem com pessoas assertivas. Se servir como consolo, eu costumo ficar longe das pessoas que não se dão bem com pessoas assertivas, pois elas costumam ter as seguintes características:
- São pessoas que têm um comportamento camuflado, não permitindo que saibamos realmente quem e como são.
- Por ter este comportamento, não exteriorizam suas opiniões e seus sentimentos, consequentemente não aceitam a diversidade (de papeis, de sentimentos, de opções, de idéias, etc.)
- Têm dificuldade em trabalhar em grupo e não sabem se relacionar com os outros
- Tentam controlar a si e aos outros
-Têm dificuldades em respeitar limites
- São pessoas que estão sempre na defensiva, tem pena de si próprias além dedisseminarem o desânimo ao seu redor.
Talvez você esteja se perguntando – E ai? Você não vai ser objetivo e dizer qual o comportamento que EU devo ter para ser assertivo?
Ser assertivo é:
- Ser você mesmo sem preocupar-se com que os outros vão pensar de você
- Ter altivez quando expuser o seu “eu”, preocupando-se somente em ser você mesmo.
- Aceitar-se como você é e não como os outros gostariam que você fosse.
- Falar e agir de forma que seja respeitado pelos seus atos
- Ser ético e agir com integridade para que tenha autoridade sem autoritarismo
e finalmente:
- Ser seu melhor Amigo e Parceiro
Vou resumir:
Você será uma pessoa assertiva quando você tiver ética, respeito ao próximo, compromisso em servir, porém da forma como você é, com todas as suas falhas, sem se culpar por não ser perfeito e não se acanhando em exteriorizar as suas emoções.
Escreva nos comentários a sua opinião, ela é muito importante para todos nós.
Opine..... mas assertivamente.
Se por um lado o termo é mal compreendido, sua utilização é ainda mais danosa, pois em seu nome tem-se uma alternativa para “malhar” ou “falar certas verdades” o que para mim é falta de educação e não assertividade.
Assertividade é saber expressar as suas emoções e os seus pontos de vista de forma direta, com honestidade, integridade, ética e respeito aos outros.
O que não é ser assertivo:
- Julgar os outros
- Colocar para fora aquilo que lhe aflige ou que amargura
- Pretexto para acalmar a sua ira
- Consequencia de uma neurastenia
- Exteriorizar os “pontos de vista” próprios sem permitir a analise dos “pontos de vista” dos outros.
Se você realmente tem assertividade - Parabéns. A assertividade é uma característica necessária a qualquer pessoa que queira conduzir equipes de alto desempenho, porém certamente você pagará um preço por isto.
Muitas pessoas não se dão bem com pessoas assertivas. Se servir como consolo, eu costumo ficar longe das pessoas que não se dão bem com pessoas assertivas, pois elas costumam ter as seguintes características:
- São pessoas que têm um comportamento camuflado, não permitindo que saibamos realmente quem e como são.
- Por ter este comportamento, não exteriorizam suas opiniões e seus sentimentos, consequentemente não aceitam a diversidade (de papeis, de sentimentos, de opções, de idéias, etc.)
- Têm dificuldade em trabalhar em grupo e não sabem se relacionar com os outros
- Tentam controlar a si e aos outros
-Têm dificuldades em respeitar limites
- São pessoas que estão sempre na defensiva, tem pena de si próprias além dedisseminarem o desânimo ao seu redor.
Talvez você esteja se perguntando – E ai? Você não vai ser objetivo e dizer qual o comportamento que EU devo ter para ser assertivo?
Ser assertivo é:
- Ser você mesmo sem preocupar-se com que os outros vão pensar de você
- Ter altivez quando expuser o seu “eu”, preocupando-se somente em ser você mesmo.
- Aceitar-se como você é e não como os outros gostariam que você fosse.
- Falar e agir de forma que seja respeitado pelos seus atos
- Ser ético e agir com integridade para que tenha autoridade sem autoritarismo
e finalmente:
- Ser seu melhor Amigo e Parceiro
Vou resumir:
Você será uma pessoa assertiva quando você tiver ética, respeito ao próximo, compromisso em servir, porém da forma como você é, com todas as suas falhas, sem se culpar por não ser perfeito e não se acanhando em exteriorizar as suas emoções.
Escreva nos comentários a sua opinião, ela é muito importante para todos nós.
Opine..... mas assertivamente.
2 de fevereiro de 2010
Voce e seu tempo
O que você faria se tivesse recebido uma herança que lhe rendesse diariamente R$ 86.400,00 e que no testamento existisse uma cláusula determinando que este valor devesse ser gasto antes da meia noite, todos os dias? Nada poderia ser acumulado, obrigatoriamente deveria ser gasto antes da meia noite.
Talvez a sua vida milionária fosse agradável nos primeiros momentos, mas certamente a obrigação de gastar e administrar uma boa quantia todos os dias, seria estressante com o passar dos meses.
Sonhar com uma herança assim é bem fantasiosa, porém se trocarmos os “R$” por “segundos” veremos que é uma herança que todos recebemos.
Todos os dias nós temos que administrar 86.400 segundos, isto é, colocar nossas atividades previstas e imprevistas neste espaço de tempo, mas muitas vezes, ao contrario de nossa herança imaginária, costumamos deixar algo para o dia seguinte.
Antes de analisar o que torna quase impossível a façanha de ajeitar todos os compromissos neste tempo, é importante salientar dois pontos:
· Tempo é um recurso fundamental
· Tempo não é reciclável
Com estes conceitos poderemos analisar a nossa “herança”:
Você costuma pronunciar frases semelhantes a estas?
• Não tenho tempo para nada
• Se o dia tivesse 36 horas ...
• Tudo é comigo.....
• Não tive tempo de.....
• Ainda não consegui almoçar hoje.
• Não saio daqui antes das 21 horas hoje.
• Minha família cobra um ”tempinho” para ela.
Se você respondeu SIM a pelo menos 3 destas frases acredito que você deva tomar algumas destas atitudes:
1. Ter sua própria diretriz
É comum encontrarmos entre as pessoas que não sabem administrar o tempo aquelas que não têm um planejamento de vida ou mesmo de suas atividades, deixando que as circunstanciem o levem, agindo muito mais pelas demandas externas que pelas suas próprias.
2. Avaliar seus hábitos
Se você tem dificuldades em organizar o seu dia, verifique os seus hábitos. Analise algumas atitudes suas que fazem com que você perca tempo desnecessariamente. Tenho um amigo, gestor de uma empresa, que passa quase todo o tempo apagando incêndios e produzindo pouco. Várias vezes já disse que ele deve se antecipar aos problemas para que incêndios não surjam, mas ele não consegue ter esta atitude. Um dia de 40 horas é pouco para ele....
3. Analise dos estranguladores de tempo
Tire uns três dias de uma semana qualquer e anote todas as suas atividades e o tempo dedicado a elas. Você ficará surpreso com a quantidade de tempo desperdiçado.
Observe quanto tempo você dedica a ler seus e-mails – já pensou em ter um endereço eletrônico para assuntos pessoais e outro para profissionais?
Em minha opinião, deveria ser proibido sentar em reuniões de trabalho, todos deveriam ficar em pé, somente assim os assuntos tratados teriam a objetividade necessária.
Faça o seu “conta corrente” de atividades e veja quanto tempo você perde.
Em meus treinamentos sobre ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO apresento várias técnicas de identificar estes tipos de problema, mas você poderá encontrar outras com uma boa reflexão.
Algumas das causas para a desorganização de sua agenda são facilmente enumeradas:
• Dificuldade em dizer não
• Falta de autodisciplina
• Não saber organizar o tempo
• Colaboradores não muito competentes
• Muita burocracia
• Não saber utilizar assistentes
• Muita centralização e pouca delegação
Muito se tem escrito sobre o tema ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO, mas poucas ações realmente eficazes costumam ser colocadas em pratica.
Quer tentar com estes passos iniciais?
Alguma sugestão, dúvidas? Use o espaço para comentários...
Bom trabalho.... se tiver tempo....
contato@dellcorso.com.br
Talvez a sua vida milionária fosse agradável nos primeiros momentos, mas certamente a obrigação de gastar e administrar uma boa quantia todos os dias, seria estressante com o passar dos meses.
Sonhar com uma herança assim é bem fantasiosa, porém se trocarmos os “R$” por “segundos” veremos que é uma herança que todos recebemos.
Todos os dias nós temos que administrar 86.400 segundos, isto é, colocar nossas atividades previstas e imprevistas neste espaço de tempo, mas muitas vezes, ao contrario de nossa herança imaginária, costumamos deixar algo para o dia seguinte.
Antes de analisar o que torna quase impossível a façanha de ajeitar todos os compromissos neste tempo, é importante salientar dois pontos:
· Tempo é um recurso fundamental
· Tempo não é reciclável
Com estes conceitos poderemos analisar a nossa “herança”:
Você costuma pronunciar frases semelhantes a estas?
• Não tenho tempo para nada
• Se o dia tivesse 36 horas ...
• Tudo é comigo.....
• Não tive tempo de.....
• Ainda não consegui almoçar hoje.
• Não saio daqui antes das 21 horas hoje.
• Minha família cobra um ”tempinho” para ela.
Se você respondeu SIM a pelo menos 3 destas frases acredito que você deva tomar algumas destas atitudes:
1. Ter sua própria diretriz
É comum encontrarmos entre as pessoas que não sabem administrar o tempo aquelas que não têm um planejamento de vida ou mesmo de suas atividades, deixando que as circunstanciem o levem, agindo muito mais pelas demandas externas que pelas suas próprias.
2. Avaliar seus hábitos
Se você tem dificuldades em organizar o seu dia, verifique os seus hábitos. Analise algumas atitudes suas que fazem com que você perca tempo desnecessariamente. Tenho um amigo, gestor de uma empresa, que passa quase todo o tempo apagando incêndios e produzindo pouco. Várias vezes já disse que ele deve se antecipar aos problemas para que incêndios não surjam, mas ele não consegue ter esta atitude. Um dia de 40 horas é pouco para ele....
3. Analise dos estranguladores de tempo
Tire uns três dias de uma semana qualquer e anote todas as suas atividades e o tempo dedicado a elas. Você ficará surpreso com a quantidade de tempo desperdiçado.
Observe quanto tempo você dedica a ler seus e-mails – já pensou em ter um endereço eletrônico para assuntos pessoais e outro para profissionais?
Em minha opinião, deveria ser proibido sentar em reuniões de trabalho, todos deveriam ficar em pé, somente assim os assuntos tratados teriam a objetividade necessária.
Faça o seu “conta corrente” de atividades e veja quanto tempo você perde.
Em meus treinamentos sobre ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO apresento várias técnicas de identificar estes tipos de problema, mas você poderá encontrar outras com uma boa reflexão.
Algumas das causas para a desorganização de sua agenda são facilmente enumeradas:
• Dificuldade em dizer não
• Falta de autodisciplina
• Não saber organizar o tempo
• Colaboradores não muito competentes
• Muita burocracia
• Não saber utilizar assistentes
• Muita centralização e pouca delegação
Muito se tem escrito sobre o tema ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO, mas poucas ações realmente eficazes costumam ser colocadas em pratica.
Quer tentar com estes passos iniciais?
Alguma sugestão, dúvidas? Use o espaço para comentários...
Bom trabalho.... se tiver tempo....
contato@dellcorso.com.br
1 de fevereiro de 2010
Você é Proativo?
Toda empresa precisa de funcionários com atitudes proativas. O sucesso de qualquer empreendimento está diretamente ligado ao comportamento das pessoas envolvidas.
Será que sou proativo? Se você responder SIM às perguntas abaixo, certamente você já estará no caminho da proatividade:
- Toma a iniciativa de fazer uma tarefa, mesmo que não seja solicitado?
- Costuma enxergar mais longe, antecipando-se aos fatos e tendo uma visão do que poderá acontecer ali na frente?
- Costuma agir na situação acima?
- Você é comprometido com sua empresa, com sua equipe e tem o foco no foco dos clientes?
- Consegue ter uma atitude empática? Consegue se colocar na posição (e enxergar sob o ponto de vista) de sua empresa, colegas de equipe, de seus clientes?
- Nas situações acima consegue diagnosticar o que deve ser feito?
Se você tem um comportamento proativo certamente terá ações que beneficiará o cliente (e não gerará prejuízo à sua empresa) antes que ele próprio sinta esta necessidade.
Um comportamento proativo gera um bom clima de trabalho tanto para você quanto naqueles que estão ao seu redor e afasta aquilo que é mais danoso para o SUCESSO de qualquer empreendimento: pessoas com má vontade, indelicadas, atendimento impessoal ao cliente, não comprometidas com o trabalho e alheias a tudo e a todos.
Talvez você não concorde com algumas das minhas afirmações. Sinta-se a vontade para expressar o seu pensamento nos comentários deste Blog , afinal saber defender seu próprio ponto de vista é um dos indicativos de proatividade.
Toda empresa precisa de funcionários com atitudes proativas. O sucesso de qualquer empreendimento está diretamente ligado ao comportamento das pessoas envolvidas.
Será que sou proativo? Se você responder SIM às perguntas abaixo, certamente você já estará no caminho da proatividade:
- Toma a iniciativa de fazer uma tarefa, mesmo que não seja solicitado?
- Costuma enxergar mais longe, antecipando-se aos fatos e tendo uma visão do que poderá acontecer ali na frente?
- Costuma agir na situação acima?
- Você é comprometido com sua empresa, com sua equipe e tem o foco no foco dos clientes?
- Consegue ter uma atitude empática? Consegue se colocar na posição (e enxergar sob o ponto de vista) de sua empresa, colegas de equipe, de seus clientes?
- Nas situações acima consegue diagnosticar o que deve ser feito?
Se você tem um comportamento proativo certamente terá ações que beneficiará o cliente (e não gerará prejuízo à sua empresa) antes que ele próprio sinta esta necessidade.
Um comportamento proativo gera um bom clima de trabalho tanto para você quanto naqueles que estão ao seu redor e afasta aquilo que é mais danoso para o SUCESSO de qualquer empreendimento: pessoas com má vontade, indelicadas, atendimento impessoal ao cliente, não comprometidas com o trabalho e alheias a tudo e a todos.
Talvez você não concorde com algumas das minhas afirmações. Sinta-se a vontade para expressar o seu pensamento nos comentários deste Blog , afinal saber defender seu próprio ponto de vista é um dos indicativos de proatividade.
20 de outubro de 2009
Vender mais – o segredo está muito perto
É significativo o fato de algumas empresas ainda não terem percebido que o seu diferencial está nas pessoas.
Instalações físicas, mobiliário e preços dos produtos, de uma maneira geral, seguem as tendências do mercado que, assim como a operação, é semelhante em todo o canal. Descobrir o motivo pelo qual algumas têm maior sucesso que outras é fundamental para que possamos conhecer as nossas falhas e os pontos de entrave em nosso desenvolvimento comercial.
Em todos os segmentos encontramos empresas similares, geograficamente próximas e com uma participação diferente no mercado. Algumas têm uma atuação tão expressiva que simplesmente ofuscam suas vizinhas concorrentes e se desviarmos os olhos para nossa própria atuação, certamente encontraremos algumas respostas dignas de reflexão.
Um dos primeiros itens que observo quando presto uma consultoria é o clima existente na empresa. Não é incomum a disputa interna e não a disputa pelo mercado. Recentemente em um trabalho de reorganização de uma área comercial, a atividade principal foi colocar toda a equipe somando forças em lugar do boicote generalizado que havia, não só entre o pessoal de vendas como também entre as diversas áreas entre si. Algumas vezes isto é o resultado de métodos anacrônicos de motivação ou despreparo dos gestores em lidar com pessoas. Neste caso real a Empresa paga em média os melhores salários do setor, porém já há muito sabemos que altos salários não são suficientes para que todos estejam comprometidos e vestindo a mesma camisa. O nível salarial não está entre os principais itens na tarefa de reter talentos, porém pequenos gestos de reconhecimento são os alicerces necessários para todos os processos motivacionais.
Nas pequenas e médias empresas, que lutam diariamente para ocupar um lugar no mercado, alguns pontos devem ser observados, mas freqüentemente são deixados para um segundo plano, ou por desconhecimento ou por necessidade de atender outros itens que aparentemente exigem atenção imediata, deixando de tomar ações que colaborariam para uma operação menos conflitante e mais eficaz. Normalmente, neste tipo de empresa, os gestores não colocam como meta urgente o estabelecimento da qualidade de vida no trabalho, além de não avaliar corretamente as relações entre capital e trabalho.
Assim como no esporte, todas as equipes da empresa necessitam de muito treinamento e entrosamento e o RH tem função estratégica, fazendo com que a pessoa certa esteja na função certa e fazendo tudo certo e com ações que façam parte de um plano estratégico maior que deve ser muito bem elaborado, principalmente neste período pós crise, onde as oportunidades de alavancar crescimento e implantar novos projetos estão bem presentes.
Instalações físicas, mobiliário e preços dos produtos, de uma maneira geral, seguem as tendências do mercado que, assim como a operação, é semelhante em todo o canal. Descobrir o motivo pelo qual algumas têm maior sucesso que outras é fundamental para que possamos conhecer as nossas falhas e os pontos de entrave em nosso desenvolvimento comercial.
Em todos os segmentos encontramos empresas similares, geograficamente próximas e com uma participação diferente no mercado. Algumas têm uma atuação tão expressiva que simplesmente ofuscam suas vizinhas concorrentes e se desviarmos os olhos para nossa própria atuação, certamente encontraremos algumas respostas dignas de reflexão.
Um dos primeiros itens que observo quando presto uma consultoria é o clima existente na empresa. Não é incomum a disputa interna e não a disputa pelo mercado. Recentemente em um trabalho de reorganização de uma área comercial, a atividade principal foi colocar toda a equipe somando forças em lugar do boicote generalizado que havia, não só entre o pessoal de vendas como também entre as diversas áreas entre si. Algumas vezes isto é o resultado de métodos anacrônicos de motivação ou despreparo dos gestores em lidar com pessoas. Neste caso real a Empresa paga em média os melhores salários do setor, porém já há muito sabemos que altos salários não são suficientes para que todos estejam comprometidos e vestindo a mesma camisa. O nível salarial não está entre os principais itens na tarefa de reter talentos, porém pequenos gestos de reconhecimento são os alicerces necessários para todos os processos motivacionais.
Nas pequenas e médias empresas, que lutam diariamente para ocupar um lugar no mercado, alguns pontos devem ser observados, mas freqüentemente são deixados para um segundo plano, ou por desconhecimento ou por necessidade de atender outros itens que aparentemente exigem atenção imediata, deixando de tomar ações que colaborariam para uma operação menos conflitante e mais eficaz. Normalmente, neste tipo de empresa, os gestores não colocam como meta urgente o estabelecimento da qualidade de vida no trabalho, além de não avaliar corretamente as relações entre capital e trabalho.
Assim como no esporte, todas as equipes da empresa necessitam de muito treinamento e entrosamento e o RH tem função estratégica, fazendo com que a pessoa certa esteja na função certa e fazendo tudo certo e com ações que façam parte de um plano estratégico maior que deve ser muito bem elaborado, principalmente neste período pós crise, onde as oportunidades de alavancar crescimento e implantar novos projetos estão bem presentes.
13 de outubro de 2009
O objetivo é vender mais, mas.... como?
Hoje sabemos que vender é uma arte sustentada pela ciência e que necessita de uma metodologia para ter sucesso. Quem ainda não se deu conta deste novo cenário certamente está se transformando em um tirador de pedidos que ainda utiliza o poder da conversa para exercer o seu trabalho.
A arte de vender e a ciência andam como irmãos siameses que, por necessidade, auxiliam-se para desempenhar as suas tarefas de forma eficaz. Este tipo de simbiose entre ciência e arte se faz presente tanto em pequenas empresas com menos de 10 funcionários quanto em grandes organizações com milhares de colaboradores.
A ciência auxilia a arte municiando-a com informações sobre o cliente: seu foco principal, suas características, sua cultura e outros dados essenciais, além de prover o vendedor de campo de informações atualizadas sobre os produtos ou sistemas que representa. A arte de vender aproxima os componentes humanos presentes nas relações comerciais e dá o toque emocional em uma relação que fica cada vez mais racional.
O foco do cliente deverá, sem sombra de dúvida, ser o nosso foco ou será impossível ter uma parceria confiável e duradoura para auxiliar o cliente a solucionar seus problemas ou suprir as suas necessidades. Transformando o nosso foco como sendo o foco do cliente, além de encantá-lo estaremos criando mecanismos para que uma parceria seja estabelecida, e que gerará um aumento em nosso faturamento.
O aumento de faturamento será conseqüência e não o fim de nossa operação e os nossos parceiros perceberão este comportamentoem nossos atos, caso contrario terão a sensação de que nosso objetivo maior é crescer comercialmente as custas dele, gerando com isto desconfiança e dificuldades na fidelização.
Um departamento comercial bem estruturado, com uma equipe bem treinada e com seus valores comportamentais estabelecidos é um indicador seguro de mais de 60% de probabilidade de sucesso. Os mais de 30% restantes somente virão se houver uma integração eficaz entre todos os departamentos da empresa, sem exceção. A integração entre as áreas faz com que todos estejam alinhados com o foco do cliente e que todos utilizem suas competências e habilidades em conjunto. É a soma de todos os esforços que faz com que tenhamos sucesso. O objetivo maior é atender, e muito bem, o cliente. A excelência no atendimento deve ser a razão de nossa operação, que nos fará passar com relativa facilidade pelos pequenos obstáculos que o mercado nos apresenta.
Hoje sabemos que vender é uma arte sustentada pela ciência e que necessita de uma metodologia para ter sucesso. Quem ainda não se deu conta deste novo cenário certamente está se transformando em um tirador de pedidos que ainda utiliza o poder da conversa para exercer o seu trabalho.
A arte de vender e a ciência andam como irmãos siameses que, por necessidade, auxiliam-se para desempenhar as suas tarefas de forma eficaz. Este tipo de simbiose entre ciência e arte se faz presente tanto em pequenas empresas com menos de 10 funcionários quanto em grandes organizações com milhares de colaboradores.
A ciência auxilia a arte municiando-a com informações sobre o cliente: seu foco principal, suas características, sua cultura e outros dados essenciais, além de prover o vendedor de campo de informações atualizadas sobre os produtos ou sistemas que representa. A arte de vender aproxima os componentes humanos presentes nas relações comerciais e dá o toque emocional em uma relação que fica cada vez mais racional.
O foco do cliente deverá, sem sombra de dúvida, ser o nosso foco ou será impossível ter uma parceria confiável e duradoura para auxiliar o cliente a solucionar seus problemas ou suprir as suas necessidades. Transformando o nosso foco como sendo o foco do cliente, além de encantá-lo estaremos criando mecanismos para que uma parceria seja estabelecida, e que gerará um aumento em nosso faturamento.
O aumento de faturamento será conseqüência e não o fim de nossa operação e os nossos parceiros perceberão este comportamentoem nossos atos, caso contrario terão a sensação de que nosso objetivo maior é crescer comercialmente as custas dele, gerando com isto desconfiança e dificuldades na fidelização.
Um departamento comercial bem estruturado, com uma equipe bem treinada e com seus valores comportamentais estabelecidos é um indicador seguro de mais de 60% de probabilidade de sucesso. Os mais de 30% restantes somente virão se houver uma integração eficaz entre todos os departamentos da empresa, sem exceção. A integração entre as áreas faz com que todos estejam alinhados com o foco do cliente e que todos utilizem suas competências e habilidades em conjunto. É a soma de todos os esforços que faz com que tenhamos sucesso. O objetivo maior é atender, e muito bem, o cliente. A excelência no atendimento deve ser a razão de nossa operação, que nos fará passar com relativa facilidade pelos pequenos obstáculos que o mercado nos apresenta.
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Entrevista em Radio
Sou feliz por enxergar o mundo através da escotilha de meu veleiro. Como não consigo mudar os ventos eu ajusto as velas para não sair de minha rota, aportando onde tenho Amigos e em lugares que me fazem bem.
Quem sou eu
Atuo Coaching, Palestras e Treinamentos na área de Gestão de Pessoas, Formação de Equipes e Motivação.
Gosto das coisas boas da Vida como velejar, jazz, blues, conhecer pessoas e lugares. Como Hobby coleciono VINIL e CD´s de Jazz, sou Radioescuta (SWL) e pratico radioamadorismo desde o tempo das velhas válvulas 807. Meu indicativo é PY2SON. Em momentos de dúvida quanto a ação a ser tomada, o meu manual de conduta é a Biblia.
Gosto das coisas boas da Vida como velejar, jazz, blues, conhecer pessoas e lugares. Como Hobby coleciono VINIL e CD´s de Jazz, sou Radioescuta (SWL) e pratico radioamadorismo desde o tempo das velhas válvulas 807. Meu indicativo é PY2SON. Em momentos de dúvida quanto a ação a ser tomada, o meu manual de conduta é a Biblia.
Minhas Leituras
- DEUS EM QUESTÃO -Armand M. Nicholi, Jr - Ed Ultimato
- A Arte de ser Mestre de si mesmo para liderar pessoas - Anselm Grun
- Empresas Feitas para Vencer - Jim Collins - Ed.